Chega um dia que é inevitável que aconteça, pois em um determinado momento da sua vida você percebe que seus amigos não são os mesmos, que as pessoas que considerava amiga, não é tanto quanto imaginava, que conviver com seres humanos é algo muito complexo.
Ao se deixar envolver por carinhos, palavras ditas e emoções transferidas, você confia. Acredita que vai ter aquela pessoa ao seu lado, que ela não vai e não pode te deixar, nem muito menos te magoar.
E aí quando você menos espera ou mais precisa, você tropeça, mas isso não te abala, pois só arranhou o sapato, e continua seguindo, e de repetente você caí batendo com a cabeça no chão e tudo ao seu redor passa a ser enxergado diferente.
Desde então não se é a mesma pessoa, não se acredita em carinhos e não se deixa enganar por falsas emoções, os sentimentos mudam e começam a viver de maneira diferente. Maneira esta que não deve ser apenas sentida e sim vivida. Que se deve deixar as emoções nadarem até que se afoguem, e se por acaso aparecer alguém que possa te salvar, que você deixe, mas saiba que ao tocar a terra firme esta pessoa voltará para o seu mundo, para a sua própria vida.
Então após esta queda, algo mudou, já não se é a mesma pessoa, os sentimentos estão fugindo, ou talvez foram deixados no asfalto para que o vento levasse.
A única coisa que ficou foi a sensação de um coração vazio, onde não se pode deixar nenhum tipo de emoção, nenhum grau de sentimento e o principal, amor é fantasia.

Só você que me instrui a acreditar nestas propostas indelicadas que a "estória do amor" me traz. Suas palavras sempre batem na minha cara como um elemento que me leva a pensar mais sobre o que é - certo não é a palavra certa - vantajoso (digamos...).
ResponderExcluirGosto muito, muito, muito de você, meu Ego protetor. (L)